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Crenças e a programação mental

 


É bem possível que você tenha assistido ao filme Matrix. Pois então, eu posso afirmar que vivemos mesmo uma “realidade tipo matrix”, porém ao invés de androides maléficos, quem controla o que vemos e nos tornamos são as chamadas “crenças limitantes”.
Algo assim: sabe essa tela de computador que você está vendo, este texto, esta parte com imagens e tudo mais que se apresenta aqui nesta página? Tudo isso é apenas o resultado final de uma complicada programação, algo parecido com isto:

 

  <div>  <h2>Título relevante</h2>
  <p>Texto do bloco</p>
  <img src="alerta.jpg" width="10" height="7" alt="alerta" /></div>

 



Mas o que você vê é algo que você pode interpretar mesmo sendo uma pessoa leiga em linguagem de computação. Se eu quiser agora mudar tudo isso aqui, eu tenho que ir lá na página de códigos que está por detrás desta que você está lendo e alterar os tais códigos.
É isso que acontece com nosso sistema. O que vemos fora dos nossos olhos e o que imprimimos e manifestamos no nosso comportamento e no nosso corpo depende da programação, ou melhor dizendo, das crenças (naquilo que acreditamos, mas nada a ver com crença religiosa) que temos “escritas” no nosso subconsciente.

Crenças são as coisas que aprendemos em alguma fase da nossa vida para nos proteger ou oferecer um limite em alguma situação. Por exemplo, frases que ouvimos quando criança, críticas que recebemos, conselhos de proteção, paradigmas familiares, vivências repetitivas. Geralmente elas são geradas por experiências negativas que passamos e funcionaram como escudos de proteção para que aquela situação emocionalmente negativa não se repetisse.

 Existe em nós um ambiente diferenciado chamado SUBCONSCIENTE, que tem uma lógica toda própria, e que guarda em si aquilo que nosso consciente não é capaz de aceitar, mas que faz parte de nós. Ele também guarda “decisões” que tomamos em algum momento da vida e torna essas decisões como programações que ficam se auto executando, sem que o nosso consciente perceba, toda vez que o endereço de arquivo for acessado.

 

Complicado? Imagine o seu menu de arquivos do Windows, com várias pastas e cada pasta com diversos arquivos e subpastas. Cada pasta tem um nome. Sempre que você acessar uma pasta ela se abrirá e mostrará os arquivos que tem dentro. Com as nossas crenças acontece o mesmo, porém elas são como que arquivos autoexecutáveis que quando acessadas geram atitudes e comportamentos. Se você gravou uma emoção numa “pasta” e deu o nome de “estar só”, por exemplo, num dia em que sofreu uma dor de perda, toda vez que estiver só, sentirá o mesmo abandono, a mesma dor de perda, ainda que na situação do momento não seja real.

Então você terá dificuldade com toda ação que requer concentração e um pouco de solidão.

Vamos usar o exemplo do “estar só”. Eu atendi uma mulher já dos seus 40 anos que tinha pavor de ficar sozinha, tinha dificuldade de concentração e mesmo que quisesse ficar em casa, curtir as suas coisas ,arrumar armários, etc. Ela desejava ficar só, se propunha a isso, sentia vontade mesmo de relaxar, ver TV, fazer suas coisas em privacidade. E dizia não sentir solidão, sabia que tinha muitos amigos e familiares amorosos, tinha um parceiro também amoroso, mas era inevitável. Não conseguia e acabava numa festa, na casa de amigos, enfim rodeada de pessoas.

Aí fomos investigando e veio a seguinte história:

Quando a pai da sua professora de piano morreu, ela tinha uns 10 anos de idade. Ela foi ao enterro com o seus pais. A mãe dessa dela disse muitas vezes que a “Fulana – professora de piano” agora estava só na vida, que ela estava sofrendo muito. A menina, olhava para a professora de piano e realmente ela estava aos prantos na beira do caixão do pai. Então gravou aquele sentimento da professora como “estar só”. E em defesa própria, o subconsciente aceitou a decisão: JAMAIS QUERO ESTAR SÓ. Então, toda vez que ela precisava ficar sozinha em casa ou mesmo quando queria uma certa privacidade, sofria e sem poder controlar, acabava saindo de casa ou convidando alguma amiga ou amigo. Mas o sofrimento na verdade era a execução ou repetição do sofrimento daquela professora pela morte do pai, o que é muito diferente de simplesmente estar só.
    
Nós humanos somos seres sociais, que para conseguir integração no meio, assumimos comportamentos e posturas que nem sempre representam o que somos. Para que isso aconteça acabamos por distorcer centenas de emoções e/ou as suprimimos. Então criamos “defesas de personalidade”, que nos lançam numa repetição de ações e emoções totalmente por impulso, sem que consigamos fazer diferente.     

Acrescenta-se a esses processos o esquema de crenças limitantes que nos é “imposto” desde criança em função das coisas que nossos pais, avós, tios, tias, professores acreditavam e repetiam. Sem contar com o bombardeio que recebemos em nome da globalização nas tendências de comportamento através da mídia.

A saúde pode até estar muito boa, os exames clínicos perfeitos, mas algo nos impede. Algo nos atrapalha, nos coloca em situações freqüentes de mal estar. Aí culpamos o acaso, o chefe, os funcionários, os colegas “incompetentes”, os motoristas neuróticos, Deus, as pessoas que estão a nossa volta, os inimigos, enfim, tiramos da nossa responsabilidade a causa das nossas infelicidades e insucessos. Ou então, algumas pessoas se deprimem, outras se enchem de raiva, outras criam doenças físicas, outras ainda se fecham e outras choram ou sofrem caladas.

Todos nós temos uma montanha de arquivos ultrapassados dentro de nós, e temos também uma montanha ainda maior de arquivos altamente construtivos. Porém, em algum momento da nossa vida pode acontecer de uma programação destrutiva ser mais eficiente e permitir que vários arquivos guardados se abrissem. Um fato externo cuja percepção foi de peso, de mau estar, pode gerar a abertura de vários desses arquivos-programação e gerar um verdadeiro desastre interno.

 

Tudo isso e muitas e muitas outras situações nos impedem de ser feliz, de sentir harmonia, prazer de viver e plenitude, nos diversos aspectos da nossa vida.

Saiba que é possível se libertar de tudo isso e viver muito bem. O primeiro passo é perceber que sua vida poderia ser melhor em alguns sentidos. O segundo passo é experimentar um tratamento. Ler a respeito das dificuldades internas também ajuda bastante.

Com PSYCH-K® podemos identificar esses arquivinhos que não nos servem mais e ressiginificá-los ou mesmo substituí-los por outra programação que esteja de acordo com a sua maturidade, e que realize os seus desejos. Você se apodera dos seus processos e decide conscientemente como agirá. E o seu subconsciente irá executar essa nova programação automaticamente.
Sei que pode parecer incompreensível à primeira vista, porém é muito fácil e divertido passar pelas transformações tão importantes para nosso bem estar, trabalhando com PSYCH-K®

 

Com as sessões de Regressão podemos refazer nossas escolhas lá mesmo no passado, e com isso recriar o nosso universo.

 

Com EFT podemos limpar as emoções bloqueadoras e tocar a vida com leveza e assertividade. E ainda tem P&R, Portal Xamânico e tantas outras técnicas eficientes e rápidas.

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